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Terminado o período revolucionário e elaborado o relatório dos serviços prestados, foi este enviado às entidades competentes e á Sociedade da Cruz Vermelha, onde a nossa Associação se achava filiada. Mas esta sociedade, ao publicar o relato dos seus serviços nesse movimento, os quais só iniciara depois de 5 de Outubro, nenhuma referência fazia aos Bombeiros Voluntários da Ajuda.
Este facto motivou um descontentamento entre todos os associados. Então o mesmo grupo, orientado por Lima Amaro, lançava a ideia da “Cruz Verde”, proposta que a direcção abraçou e que desde logo foi adoptada.
Reformados os estatutos da Associação, a 14 de Agosto de 1912, era tornado oficial o distintivo “Cruz Verde”, que passou a ser de uso exclusivo da mesma.
A Associação dos Bombeiros Voluntários da Ajuda, honra-se de ter sido a primeira a montar um serviço de saúde e adoptar um distintivo diferente do único que até ali existia.

Cruz Verde

Data de 1911 adopção do distintivo “Cruz Verde” nos serviços de saúde dos Bombeiros Voluntários da Ajuda.
Ao dar-se o movimento revolucionário que implantou a República, era a nossa associação a única colectividade que em Lisboa tinha um serviço de saúde organizado, com que comparecia em todos os incêndios e outros desastres.
Arvorando na nossa sede a bandeira da Convenção de Genebra e improvisando na sala da direcção um posto de socorros, foram o Voluntários da Ajuda que levantaram os primeiros feridos da Revolução e conduziram também á morgue a primeira vitima do movimento.
Inúmeros foram os socorros que ate ao final da revolução, e tantas vezes no mais aceso da luta, os Voluntários da Ajuda prestaram, dando grande renome á Corporação.

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​Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários da Ajuda

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